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Jean-Paul Prates

Senador da República (PT-RN)

Jean Paul Prates (Rio de Janeiro, 19 de junho de 1968) é advogado, economista, ambientalista, empresário e dirigente de sindicato de empresas. Tem mais de 25 anos de trabalho nas áreas de petróleo, gás natural, biocombustíveis, energia renovável e recursos naturais.

Em 2014, foi eleito para o Senado Federal como primeiro suplente da senadora Fátima Bezerra, para o período 2015-2022.  Em 2019, assumiu a cadeira de Senador da República pelo Estado do Rio Grande do Norte, com a eleição de Fátima Bezerra para comandar o estado como governadora.

Jean-Paul cursou Direito na UERJ e Economia na PUC do Rio. Nos Estados Unidos, tornou-se Mestre em Planejamento Energético e Gestão Ambiental pela Universidade da Pennsylvania. Na França, concluiu mestrado em Economia de Petróleo e Motores, pelo Instituto Francês do Petróleo.

Na área de petróleo, participou da assessoria jurídica da Petrobras Internacional (Braspetro), no final da década de 80. Em 1991, fundou a primeira consultoria brasileira especializada em petróleo, chegando a ter 120 consultores associados. Hoje, a empresa conta com mais de 60 profissionais reunidos.

Jean Paul atuou como Consultor do Ministério das Minas e Energia e da ANP na elaboração de diversos instrumentos regulatórios, além de portarias referentes ao mercado de gás, livre acesso à logística e combustíveis. Em 1997, participou da elaboração da Lei do Petróleo. Também foi o redator do Contrato de Concessão oficial brasileiro e do Decreto dos Royalties, que beneficiou inúmeras cidades e estados brasileiros.

Como Secretário de Estado de Energia e Assuntos Internacionais do Rio Grande do Norte (Governo de Wilma de Faria, do PSB), elaborou o plano energético que possibilitou ao estado alcançar a auto-suficiência energética em menos de quatro anos. Foi ele quem  viabilizou a instalação de mais de 2GW em geração eólica, uma termelétrica a gás natural e outras conquistas que levaram o estado à liderança nacional em eólicas, com 4GW instalados. O Rio Grande do Norte tem auto-suficiência energética com fontes próprias (gás, petróleo, biomassa de cana, vento e sol), além de ter assegurado uma refinaria para o Estado, propiciando a capacidade de produzir seu próprio consumo e exportar gasolina, diesel, gás de botijão e querosene de aviação.